Por vezes é mais fácil ter alguém que nos guie, estar perto de alguém que pareça ter certezas sobre tudo. Sentimo-nos mais seguros, mais protegidos; como se essas pessoas pudessem desempenhar, ainda que por momentos, o papel dos nossos pais.
Tornamo-nos dependentes dessas pessoas e não damos um passo sem saber se concordam com a nossa decisão. Mas esperem... tomar uma decisão não implica um acto independente? Autónomo?

Parece que sim.
Portanto é melhor aprender a voar por nossa conta e risco. Se cairmos haverá sempre outras pessoas que, não querendo voar por nós, nos ajudam a erguer. Cerquemo-nos daqueles que voam connosco, lado a lado, e deixemos os que querem governar os nossos vôos para trás.
É preciso crescer.