sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Decidir...

É difícil tomar decisões. Quem o negar mente.
Escolher entre dois ou mais caminhos é uma tarefa verdadeiramente extenuante, pelo menos para mim.
Sou indecisa por natureza, temo o desconhecido, nunca fiz grandes loucuras na vida e sempre evitei os riscos. É um defeito? Não sei. Talvez. 
Gosto de ponderar as minhas decisões, de observar convenientemente as oscilações dos pesos na balança para não restarem dúvidas sobre qual o mais pesado, sobre aquele que 'vale' mais.
Quando finalmente me dou por satisfeita com a minha 'observação', tomo a decisão.
Reparem que todo os processo tomou-me bastante tempo... Todas as nossas decisões trazem inconvenientes e temos que estar preparados para lidar com eles.

Então porque é que no fim de um processo tão cansativo mentalmente aparece outro caminho com menos curvas e menos pedras? 
Chiça... Não podia ter aparecido uns dias mais cedo? 
Neste momento, as incertezas dominam-me.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O regresso

Nada nos deixa mais felizes do que concretizar sonhos ou satisfazer as nossas vontades…
O sonho e a vontade de regressar são muito fortes...
Todos nós procuramos a paz de que tanto se fala. Não só a paz entre os Homens mas a paz do Espírito. E aquela colina é o melhor sítio para a encontrar...


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Hipóteses e soluções


Às vezes penso que não me conheço. Nada mais absurdo se vivo dentro de mim mesma e oiço tudo aquilo que penso. Mas sim, tenho esta sensação. A ideia que tenho de mim é completamente diferente da de algumas pessoas. Eu julgo-me solidária, carinhosa, honesta e humilde. Os outros não concordam.

Só vejo duas hipóteses para este dilema:

1)  Ou os outros não gostam mesmo nada de mim e dá-lhes prazer ver só os meus defeitos (que é claro que existem);
2) Ou a ideia que tenho de mim está completamente errada e não consigo ser aquilo que o meu sentido de moralidade, justiça e benevolência considera o mais equilibrado.

Não chego a nenhuma conclusão. Se 1) então a solução é, como hoje me aconselharam, “cagar de alto” e aquela bela história do “eu quero o melhor para ti” é pura mentira. As pessoas não te querem ver melhor do que elas próprias. Primeiro porque isso desperta inveja, e segundo porque a tua felicidade lembra-lhes o seu próprio fracasso e as coisas erradas que permitem que aconteçam nas suas vidas.
Se 2) o ideal era fugir e ir à procura de mim mesma. Uma semana na colina (Taizé) e voltava de lá com o Tico e Teco completamente alinhados. Não nasceria uma nova Catarina, mas talvez servisse para limar algumas arestas.

Enfim, vou esforçar-me por encontrar uma hipótese e, a posteriori, uma solução; sem fazer disto um problema porque, como há um tempo me explicaram, os problemas não existem. Se têm solução deixam de ser problemas, se não têm são apenas factos.

sábado, 21 de maio de 2011

As pegadas


É tempo de olhar para trás  e ver quem são aqueles que ainda caminham comigo. Aqueles que caminharam por 4 anos sem nunca mudar de rumo, os tais que deixaram uma pegada no meu coração e que mudaram a minha vida. São esses que, mesmo perdendo o contacto, nunca sairão da minha memória.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Quando te vejo chegar  inunda-me uma alegria inexplicável.
A paz e o optimismo que me transmites têm feito milagres.
O carinho e toda a atenção que me dedicas são o meu bem mais precioso.
A cumplicidade que alcançámos em apenas 5 meses é maravilhosa.
Por tudo o que já conquistámos juntos e pelo que ainda vamos conquistar, estamos de parabéns!